25 de agosto de 2006

Mas não era do padre? (ou frade, sei lá)





Como consumidora, eu sou muito chata. Mais ainda quando me sinto enganada por algum "gênio de produto" ou "gênio do marketing" que deve achar que todo mundo é idiota. Deixa eu explicar: eu AMO o chocolate do Padre/Frade da Nestlé, aquele solúvel que é insubstituível caso você queira fazer o melhor brigadeiro do mundo. Então, imagine a minha surpresa quando cheguei ao supermercado e dei de cara com a barrona acima... fiquei sonhando com mil e uma receitas em que eu teria que derreter o meu chocolate favorito (só para constar, eu sou da turma que acha que chocolate mesmo tem que ser amargo, no máximo meio-amargo)... Só que, ao chegar em casa e abrir a barra, eu descobri que era o velho chocolate ao leite da Nestlé, só que com a cara do meu chocolate favorito. Decepção!! Não tive dúvidas: liguei para a Nestlé para reclamar. Me senti lesada, enganada, feita de trouxa (R$ 13 em um chocolate que eu nem gosto?? Podia ter comprado o Lindt 70% cacao com esse dinheiro e ficaria mais feliz). E eles nem ligaram. Agora me diga: usar uma mesma marca e identidade visual em produtos que não têm nada a ver um com o outro não deveria ser considerado crime contra o consumidor??

Um comentário:

Daniela disse...

Como vc e Henrique comentaram, é o Crime do Frade Amargo! Outro dia vi um Lindt 85% cacau. Beijos, Brauncafe.com.br